Proposta BRT para Natal

(Texto em elaboração)
Proposta (sugestão) voluntária (ainda em processo laboral) do Eixo 1 (principal) do Projeto Sistema BRT Natal para conhecimento da população de Natal e do Governador Robinson Faria e do Prefeito Carlos Eduardo e análise técnica de especialistas. Em tomada geral a proposta é resumida no seguinte Mapa.
A escolha por um projeto de BRT deve-se: 
1) Menor custo de implantação do sistema (14km custará aproximadamente 350 milhões (segundo Guia Volvo). VLT Elétrico custaria 4 vezes mais e Metrô Subterrâneo 20 vezes; 
2)  Maior rapidez de implantação: BRT aproximadamente 2 anos, VLT = 5 anos e Metrô = mais de 10 anos), 
3) Facilidade tecnológica e baixo nível de desapropriações, comparados aos outros citados modais;
4) Demanda social a ser transportada dos polos emissores aos locais receptores ainda menor que 50 mil pessoas por hora, o que torna o BRT ainda viável. Curitiba, a capital do BRT, já declara-se inadequada para priorizar o sistema BRT pois sua população já aproxima-se dos 2 milhões de habitantes. Natal ainda vai atingir um milhão de habitantes. Assim, o sistema BRT ainda pode ser priorizado junto com o VLT à óleo da CBTU. Para diminuir o nível de poluição do BRT de Natal, ele pode usar motores à álcool. Na futura Estação Alecrim 1, que propomos, poderia haver a integração ou conexão entre VLT e BRT. 

Sugerimos que a Ponte 3 sobre o Rio Potengi seja multimodal e sem carros, como em Portland (US). Seria uma das maiores pontes sem carro do mundo. Ela seria exclusiva para BRT, ao centro, e bicicleta e pedestre nas laterais, Como ficaria depois de todos os portos de Natal, teria baixa altura e pouca largura, o que diminuiria em muito os custos finais, Essa exclusividade também facilitará os acessos a ponte 3. eles também seriam estreitos, diminuindo os impactos negativos no trânsito regional e o número de desapropriações. A ponte também pode ser preparada (estruturada)  para receber no futuro o VLT Elétrico (com trilhos e dutos para eletricidade. Mas, isso a encareceria). 

A compensação ambiental pelo Sistema BRT seria direta e local, criando-se o Parque Central de Natal (Natal Central Park). Ele utilizaria a maior parte do Setor A da Zona de Preservação Ambiental 8 (ZPA-8A) e teria equipamentos inéditos e importantes para Natal, como; o Jardim Botânico de Natal, o Bosque EcoEsportivo do Parque (que seria a principal área de uso público do Parque) e a maior Estação Ecológica de Tratamento de Esgoto do Brasil e sua fábrica de adubo orgânico, derivado das podas de plantas aquáticas e lodo residual da própria EcoETE.
 EcoETE
Sugerimos que o Parque Central regularmente não receba carros privados, apenas carros de serviços e  transporte público. Nessa ótica, ele seria pensado e criado privilegiando os pedestres e ciclistas e usuários de transportes coletivos, o que diminui o uso de áreas para estacionamento e a emissão de CO² dentro do Parque. O acesso de veículos de serviço seria por Igapó e/ou pela Ponte da Gamboa Jaguaribe, que ficaria próximo ao Terminal BRT Potengi,  
Um Parque parceiro dos ciclistas.

O Sistema BRT Natal deverá operar 24h por dia e em todos os dias da semana, variando apenas sua frequência de veículos conforme as demandas de usuários por horário. O Serviço BRT seria ampliado além do 14km do Eixo 1 através de Veículos Alimentadores próprios e de parceiros, por integração. Similar ao Terminal BRT Alvorada, Barra da tijuca, Rio de Janeiro.  

Comentários

  1. Um artigo que escrevi sobre o BRT do Rio de Janeiro

    http://www.publikador.com/tecnologia/maracaja/2014/09/brt-bicho-rapido-que-nem-trem/

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