Energia solar no RN

Fonte: Portal de noticias  Nominuto.com


Energia solar: desafios para o desenvolvimento na terra do sol

Vista como uma tecnologia para o futuro, chega ao presente com alguns obstáculos.

Da redação, 
George Campos / USP Imagens
Mesmo tímida e com potencial de expansão muito pelas condições naturais de localização, a produção do Rio Grande do Norte conta com nove unidades geradoras, o que totaliza 1.478KWh.
A possibilidade de utilizar o sol como fonte de energia não é nova, uma vez que os primeiros experimentos foram realizados em meados do século XIX na Europa. Mas o que à época foi visto como uma tecnologia para o futuro, chega ao presente com alguns obstáculos, entre eles a falta de conhecimento sobre esse tipo de energia.

BRUNO-HA energia por meio de radiação solar, que se configura como uma possibilidade cada vez mais real de energia limpa e renovável, gera calor ou eletricidade. “Quando a gente falar de energia solar fotovoltaica é quando essa energia é convertida diretamente de radiação solar para eletricidade. Para geração de calor chamamos de energia solar térmica”, ressaltou o responsável técnico de projetos de energia solar do Centro de Tecnologias do Gás e Energias Renováveis (CTGas-ER), consórcio Senai/Petrobras, Bruno Lima.

Mesmo tímida e com potencial de expansão muito pelas condições naturais de localização, a produção do Rio Grande do Norte conta com nove unidades geradoras, o que totaliza 1.478KWh, sendo sua grande maioria enquadrados como micro e minigeração. Essas unidades estão instaladas nos municípios de Natal, São José do Mipibu, Ceará-Mirim, Parnamirim e Auto do Rodrigues, segundo dados da Secretaria de Desenvolvimento Econômico do RN (SEDEC).

SILVIO-H“Temos a Indústria Becker, localizada em São José do Mipibu, em que uma das fontes de energia para consumo próprio é de energia solar. A Petrobras também tem um projeto em Auto do Rodrigues com capacidade instalada de 1.100/KWp. É uma usina de caráter experimental que gera 1.1MWp e é consumida pela própria estatal, além de empreendimentos de pequeno porte com capacidade instalada de até 1MWp”, destacou o titular de SEDEC, Silvio Torquato.

No Brasil, segundo relatório intitulado de "Um Banho de Sol para o Brasil" do Instituto Vitae Civilis, o país, devido a sua localização e extensão territorial, recebe em torno de 1013 MWh de energia solar anualmente, o que corresponde a cerca de 50 mil vezes o seu consumo anual de eletricidade. A radiação solar no Brasil chega a variar de 8 a 22 MJ/m2 no decorrer do dia, sendo que as menores variações ocorrem entre os meses de maio a julho, quando a radiação varia entre 8 e 18 MJ/m2.

O secretário ainda contou que existe uma resolução que permite ao consumidor brasileiro gerar sua própria energia a partir de fontes renováveis. “Ela [resolução 482/1012] dá um suporte grande para pequenas gerações de energia. Uma das fontes mais adaptadas para esse sistema é a energia solar”.

A resolução estabelece que a conexão à rede da microgeração tenha uma potência instalada menor que 100kWp, enquanto que a minigeração seja entre 100kWp e 1MWp, distribuídas através dos sistemas fotovoltaicos em residências e/ou empresas. A atividade pode praticamente zerar a conta de luz, com custos direcionados a disponibilidade da rede.


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